O governador da província de Buenos Aires, Axel Kicillof, empossou nesta terça-feira Flavia Terigi como a nova diretora geral de Cultura e Educação de Buenos Aires. Ele substituirá Alberto Sileoni, cuja renúncia foi acatada por meio dos decretos 2.891/2025 e 2.892/2025 publicados no Diário Oficial.
Durante evento ocorrido na cidade de São Vicente, o governador resumiu após tomar posse do novo presidente: “O que resume esse período e o que está por vir é a defesa irrestrita da escola pública”.
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Nessa linha, Kicillof afirmou que se não há escola, a liberdade é “uma farsa e uma farsa”, e considerou que para que haja igualdade deve haver, como disse, “um Estado atual que permita que aqueles que não têm recursos tenham acesso igual a quem os tem”.
“Neste momento vivemos uma batalha cultural, onde há ataques, preconceitos e mentiras. Mas não tenho dúvidas de que o povo argentino acredita na educação pública e a defende”, disse o líder provincial.
Por sua vez, Terigi manifestou a sua “plena concordância com as linhas de trabalho em curso”, mantendo que “foi feito e identificando onde devemos continuar para continuar a reduzir a desigualdade e a melhorar as condições em que é ensinado”.
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A saída de Sileoni marca o encerramento de quatro anos de gestão em que o dirigente promoveu reformas curriculares e obras de infraestrutura. Enquanto isso, a chegada de Terigi, cujo documento foi aprovado pelo Senado de Buenos Aires na semana passada, reforça o perfil acadêmico da pasta.
O decreto que formaliza a nomeação da nova funcionária destaca que ela reúne “as condições e competências” necessárias para liderar o maior sistema educativo do país, com 20 mil escolas e mais de 5 milhões de alunos.
Seu currículo destaca o fato de ser professora primária, pedagoga pela UBA, mestre em Ciências Sociais pela Flacso e doutora em Psicologia pela Universidade Autônoma de Madrid. Desde agosto de 2022 é reitora da Universidade Nacional General Sarmiento.
BGD/DCQ






